O Drama do Eu Falador e as Crenças Negativas

Todos nós temos vários pequenos “Eus” que convivem fazendo parte da constelação do ego. São várias facetas da personalidade que nos fazem agir de maneiras diversas de acordo com a situação. Alguns desses “eus” quando em desarmonia causam conflito e dão vida ao que eu chamo Eu Falador, e está ligado diretamente aos esquemas mentais desadaptativos. As pessoas mais ansiosas apresentam um Eu Falador pessimista alimentado por pensamentos obsessivos.

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Qual a diferença entre Educação Emocional e Inteligência Emocional

O vídeo de hoje aborda uma dúvida frequente! Afinal, qual a diferença entre Inteligência Emocional e Educação Emocional?

Muitas pessoas confundem Educação Emocional com Inteligência Emocional – IE. As duas estão interligadas, mas a primeira é o meio e a segundo é o fim. Por exemplo, não é possível obtermos uma educação emocional eficaz enquanto não tivermos consciência do nosso temperamento, a base do modelo emocional e consequentemente, apoia as competências da Inteligência Emocional – IE.

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Educação Transcomportamental – Formando o ser integral

Muitos pesquisadores sociais acreditam que raiz da maioria dos problemas atuais está na crença de que somos seres individuais e separados de tudo a nossa volta. Essa crença origina doenças psicoemocionais como o egoísmo, medo, desconfiança, ódio. Desequilíbrios emocionais que nos levam a conflitos, violência e a competitividade desenfreada e desleal, onde as pessoas se tornam objetos e engrenagem de um mundo cada vez mais desordenado.

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Educação Emocional

Competências Socioemocionais – A emoção na educação

O conceito de competência socioemocional (Ortiz, 2010) surgiu na literatura mundial com diferentes significa­dos e em tempos diversos. No entanto, a denominação de competência socioemocional começou primeiramente como competência social, na década de 80 do século passado, se confundindo com o conceito de competência emocional ou inteligência social, em algumas literaturas. Mais tarde, já na década de 90, com a publicação de vários livros sobre Inteligência Emocional, é que os conceitos começaram a clarear (Goleman, 1995).

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